ASPL não chega a acordo com ME

Após uma série de reuniões sobre o diploma de concursos e a vinculação extraordinária, na passada 6.ª feira ocorreu, numa longa reunião que terminou apenas no final do dia, a negociação suplementar solicitada pela ASPL.
            Infelizmente, a tutela recusou-se a colocar os docentes dos quadros segundo a graduação profissional na mobilidade interna, manteve a norma-travão e a renovação dos docentes contratados, não se comprometeu com a redução da área dos quadros de zona pedagógica, manteve a consolidação por doença acentuadamente restritiva, recusou-se a considerar os 10 anos para a vinculação extraordinária (tal como recomendado pela Assembleia da República), não considerou um número de vagas para este fim  (nem para este ano, nem para o futuro) de acordo com as reais necessidades das escolas, não contemplou a clara definição dos conceitos de componente letiva e não letiva, entre outros.
            Desta forma, a ASPL não podia assinar um documento que não respeitava estes elementares princípios, nem defendia os interesses dos docentes.
            A equipa de negociação ministerial ficou de enviar as versões finais das suas propostas, o que até ao momento ainda não sucedeu.