Posição da ASPL sobre a situação dos docentes doentes e ou incapacitados obrigados a apresentarem-se nas escolas

A ASPL lamenta a situação criada aos docentes doentes e  incapacitados ou limitados para as suas funções, obrigados pelas Juntas Médicas da ADSE a apresentarem-se nas escolas, não obstante as suas frágeis condições de saúde.
 
Não compreendemos que as juntas médicas não tenham previamente procurado junto do Ministério da Educação inteirar-se das possibilidades de concretização da atribuição de tarefas moderadas aos docentes que obrigou a regressar ao serviço.
 
Lamentamos a notória falta de coordenação entre entidades públicas, que em nada dignifica o nosso sistema!
 
Solicitamos aos responsáveis do Ministério da Educação que rapidamente diligenciem no sentido de resolver as situações criadas que revelam  desrespeito e desconsideração para com estes profissionais, mas também pelos alunos, que, de um momento para o outro, terão de mudar de professor.
 
Solicitamos à tutela que dê orientações às escolas sobre o que fazer nestas situações, designadamente quanto à operacionalização dos serviços moderados a atribuir a estes docentes, nos casos em que tal seja possível, não impondo a atribuição de componente letiva.
 
Consideramos que atendendo também ao facto de  estarmos a meio do ano letivo, é imperioso salvaguardar-se a estabilidade  das aprendizagens dos alunos, não lhes retirando o/a professor(a) que tem vindo a substituir os docentes doentes que agora são forçados a regressar.
 
A ASPL vai continuar a acompanhar estas situações, pugnando pela sua boa resolução, pelo que pedimos aos nossos associados que se encontrem nestas situações, o favor de nos contactarem.
 
A Presidente da Direção da ASPL