Reuniões presenciais nas escolas - em tempo de pandemia

Tendo em conta a situação pandémica que o país e o mundo continuam a viver, devido à COVID -19, a ASPL continua preocupada com o facto de estarem a ser realizadas reuniões presenciais nas escolas,  que chegam a juntar dezenas e até centenas de professores em reuniões gerais, que, ainda que estejam marcadas para grandes espaços, a verdade é que podem constituir-se como possíveis focos de contágio, designadamente em zonas onde têm vindo a aumentar significativamente o número de infeções por COVID – 19, como sejam a região da Grande Lisboa e o Algarve.
 
 
Face às dúvidas que nos têm sido colocadas por parte de alguns associados e delegados sindicais sobre esta situação, a ASPL enviou ontem um ofício, dirigido aos Senhores Secretários de Estado da Educação, no sentido de diligenciarem que todas as reuniões possam ocorrer de forma não presencial, e que aquelas que não puderem ser, de todo, realizadas por essa via, e tenham de ser presenciais, não concentrem um elevado número de docentes. Neste ofício, a ASPL apelou também para o esclarecimento junto das direções das escolas que o artigo 25º-A do Decreto-Lei nº 20/2020, de 1 de maio, continua em vigor e que, portanto, os docentes pertencentes a grupos de risco continuam a ter o direito a especial proteção, devendo ser resguardados do serviço presencial.