Vivemos um período excecional de “estado de emergência”, o qual exige, da parte de todos, cuidados e medidas também eles extraordinários.
 
Face à crise pandémica que nos assola, a ASPL - Associação Sindical de Professores Licenciados apresentou ao Ministério da Educação (ME) um conjunto de sugestões e contributos, com vista a melhor se ultrapassarem os constrangimentos causados na Educação pela propagação do novo Coronavírus.

Leia Comunicado da ASPL na íntegra
 
Notícia LUSA/Educare.pt | Notícias ao Minuto | Correio da Manhã
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Covid-19: Sindicato alerta que horário de docentes deve ser respeitado em casa"

No sentido de continuarmos a apoiar os nossos associados, designadamente no que diz respeito ao acesso a ferramentasrecursos e formação que nos auxiliem no trabalho remoto com os alunos, damos-lhe conhecimento dos seguintes projetos e plataformas online:

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Inov8
 

N
OVO: curso: Do presencial ao online – guia de apoio à rede EPE. (Instituto Camões)
 
ANPRI - Bloco de Notas (Missão: Estratégia Digital da Escola)

Portaria n.º 78-A/2020 de 23 de março: Fixação do número de vagas dos quadros de zona pedagógica para o concurso externo e para o concurso externo do ensino artístico especializado da música e da dança

Consulte os Comunicados publicados a 23/03/2020, designadamente sobre os Conselhos de Turma e o Apoio às Escolas.
Salientamos, também, a consulta das FAQ, que vão sendo atualizadas, sempre que necessário.

O tempo que vivemos exige contenção social, mas não impede de manifestarmos amor e amizade por quem tanto nos quer bem.
 
A todos os Pais, estejam eles onde estiverem, desejamos um Dia Feliz!

 

 
 
Horário de atendimento online e telefónico

[10h00-12h00 // 14h30-17h30]
 
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Atendendo à suspensão das atividades letivas e não letivas nas escolas, as organizações sindicais que mantêm a luta contra os abusos e ilegalidades nos horários, contra o “sobretrabalho”, decidiram interromper temporariamente a entrega de pré-avisos diários.

Como é sabido, o ME não tem mostrado vontade de resolver os graves problemas que se registam com os horários e a organização do trabalho dos docentes. Bem pelo contrário, a atitude continua a ser a de quem quer continuar a aproveitar-se de milhares e milhares de horas de trabalho não remunerado, extorquido aos professores e educadores, a quem, por regra, são exigidas mais do que as 35 horas estabelecidas como período normal de trabalho na Administração Pública.
 
Sendo verdade que há escolas e agrupamentos em que têm vindo a ser aplicadas medidas que atenuam ou compensam a sobrecarga decorrente do “sobretrabalho” e que resolvem outras ilegalidades, este importante processo de luta vai ter de ser retomado, até forçarmos uma atitude positiva por parte do ME. No entanto, pela situação que se está a viver nas escolas, a entrega de pré-avisos é interrompida e as organizações sindicais avaliarão a altura e os termos em que eles irão ser retomados – caso, até lá, o Ministério não dê passos para resolver estes problemas.
A luta irá continuar!