Tivemos conhecimento de que a DGEstE confirma o que a ASPL e os demais sindicatos sempre defenderam: que nas situações de greve às atividades não marcadas no horário docente e que ultrapassem o estipulado legalmente - as 35 h - (designadamente a ausência a reuniões realizadas fora do período do horário) não pode haver qualquer desconto no vencimento dos professores e educadores que adiram à greve convocada.

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Caros colegas associados, delegados e dirigentes sindicais da ASPL,
 
Na sequência das informações que temos vindo a dar-vos, venho comunicar-vos que a ASPL encontra-se a preparar ações judiciais em representação individual dos docentes que ingressaram na carreira antes de 2011 e que foram ultrapassados por docentes reposicionados ao abrigo da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio (que terão ingressado entre 2011 e 2017), com fundamento na violação do princípio da igualdade, previsto no art. 13.º da Constituição da República Portuguesa, na sua perspetiva de “trabalho igual, salário igual”.

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PELA NEGOCIAÇÃO DO MODO E DO PRAZO DA CONTAGEM INTEGRAL DO TEMPO DE SERVIÇO
Assinar online aqui 
 
Os professores e educadores rejeitam ser discriminados e exigem a recuperação de todo o tempo de serviço cumprido. Não aceitam tratamento diferente do que é dado à generalidade dos trabalhadores da Administração Pública e aos seus colegas das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores.
 
Como alternativa à assinatura online, está disponível um PDF no Website da ASPL para descarregar, imprimir, assinar, e enviar de volta.

Após a reunião realizada com o Senhor Presidente da República, as organizações sindicais de professores solicitaram reuniões a todos os grupos parlamentares, a realizar com caráter de urgência.
 
Leia Comunicado das Organizações sindicais de professores e educadores

As organizações sindicais de professores foram recebidas, no dia 8 de outubro, por Marcelo Rebelo de Sousa e pelas assessoras do Presidente da República para os assuntos da Educação, Isabel Alçada, e para os assuntos do Trabalho, Ana Paula Bernardo, a quem expuseram toda a situação que levou à aprovação de um decreto-lei ilegal que apaga mais de 6,5 anos de serviço cumprido da carreira docente.

Notícia Jornal Público

9 ANOS, 4 MESES E 2 DIAS
 
 A lei tem de ser cumprida;
Os professores exigem respeito!
 
 
 35 HORAS DE TRABALHO SEMANAL
O Estatuto da Carreira Docente tem de ser respeitado!
 
Leia Nota à Comunicação Social das Organizações Sindicais

Fotos da Manifestação Nacional de Professores - 5 de outubro de 2018 - Lisboa
Milhares de professores manifestaram-se na tarde de sexta-feira pela avenida Almirante Reis, em Lisboa, exigindo que seja reconhecida a totalidade do tempo de serviço de nove anos, quatro meses e dois dias.Os professores estão unidos pela justeza das suas reivindicações.
 
Juntos, até à vitória!

É com enorme tristeza e revolta que soubemos a meio da tarde que foi aprovado, hoje, em Conselho de Ministros, a proposta de Decreto-Lei que nos rouba mais de 6 anos e meio de serviço!

 
É preciso não ter respeito algum pelos professores e pelas suas justas reivindicações!
 
 Apelamos, assim, a todos os professores e educadores para estarem presentes amanhã, Dia Mundial do Professor, na manifestação, em Lisboa, que partirá da Alameda Afonso Henriques até ao Ministério das Finanças!

Não falte! A sua ausência será entendida pelo governo como concordando com as suas decisões!
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