Veja algumas Fotos (1 e 2da manifestação do passado sábado, dia 19 de maio, na qual estiveram presentes milhares de professores e educadores.
 
Resolução aprovada pelos docentes presentes na manifestação

Dezenas de milhar de Professores e Educadores irão manifestar-se, amanhã, em Lisboa
 
A anunciada presença do Ministro da Educação na Assembleia da República (quarta, 23 de maio) faz aumentar a importância desta grande Manifestação Nacional dos Professores
 
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Estimado colega professor/educador,
 
Como sabe, no próximo dia 19 de maio (sábado), nós, professores e educadores, manifestar-nos-emos, uma vez mais, em Lisboa, em defesa de condições de trabalho condignas ao exercício da nossa tão nobre profissão: horários de trabalho dentro das 35h (onde para além das aulas, deve estar todo o trabalho individual e na escola, inclusive as infindáveis reuniões) e a exigência de um regime de aposentação adequado ao enorme desgaste, físico e psíquico, que o exercício da profissão docente nos impõe!

Completamente alheio às necessidades da população, que tanto contribuiu para se ultrapassar a crise da Troika, o Sr Primeiro Ministro, ao invés de agradecer o esforço imposto a milhares de famílias e devolver, mesmo que de forma faseada, os valores retidos, ou apenas o tempo de serviço prestado, vem agora ingratamente anunciar que não se devem valorizar os seus vencimentos, mas sim adquirir mais recursos humanos. Está montada a estratégia da desvalorização salarial portuguesa: baixos vencimentos para todos!

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Após uma maratona negocial que se prolongou pela madrugada deste sábado, foi assinada uma declaração de compromisso entre as várias organizações sindicais e o Governo, que terá já efeitos no próximo Orçamento de Estado.
Este compromisso prevê, entre outros aspetos, a recuperação do tempo de serviço dos professores e o início da reposição salarial ainda na presente legislatura.
Declaração de Compromisso
 
1ª ronda negocial: 15 de dezembro 2017 (10h00)

Negociações com o ME
16/11/2017

Deixamos aqui o ponto de situação feito esta madrugada, pela voz do colega Mário Nogueira, Secretário Geral da FENPROF (última organização a ser recebida, dado que as reuniões foram em separado: Frente Sindical de Docentes às 16.00, FNE às 17.00 e FENPROF às 18.00).

Hoje, pelas 17.30, continuaremos, já em conjunto, a negociar com o Ministério da Educação.

A Frente Sindical dos Docentes é recebida esta noite (pelas 22h00) pela Secretária de Estado Adjunta, Alexandra Leitão, para uma reunião que antecipa a greve nacional de manhã. Os representantes da Frente Sindical de Docentes, afirmam «não seremos tolerantes face a uma proposta totalmente desadequada e injusta, e é isso que diremos hoje à Secretária de Estado, e demonstraremos amanhã, com milhares de associados em luta pela dignificação da sua profissão».
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16/11/2017

A Frente Sindical de Docentes recusou a proposta apresentada pelo Ministério da Educação na reunião tida hoje a propósito do descongelamento das carreiras dos professores e promete novas formas de luta conjuntas com os restantes sindicatos. A proposta apresentada pela Tutela pretende apenas pagar o valor correspondente ao tempo de serviço em que os professores tiveram as carreiras congeladas a partir de 2020, e prevê que o pagamento seja apenas correspondente a sete anos de serviço, entre 2011 e 2017, ao invés dos nove anos e quatro meses exigidos pelos professores.

Notícia Expresso

 
Assista à intervenção da Presidente da Direção Nacional da ASPL, dra Fátima Ferreira, no dia 15 de novembro de 2017, dia em que milhares de professores e educadores fizeram GREVE e se manifestaram em frente à Assembleia da República, dizendo NÃO ao APAGÃO de 9 anos, 4 meses e 2 dias de tempo de serviço!

Resolução a entregar ao Governo e à Assembleia da República (15/11/2017)