Apesar de sentir toda a compreensão e confiança manifestadas por vós na minha pessoa e na Direção da ASPL, que muito conforta e estimula, não posso calar a minha indignação e tristeza relativamente às calúnias e mentiras que têm sido propaladas contra os sindicatos da plataforma e os seus dirigentes!
Não me revejo nem revejo o trabalho feito pelos sindicatos da plataforma nessas críticas sem fundamento: não terminamos as lutas para irmos de férias, não traímos os professores, pois não cedemos nem abdicamos das reivindicações essenciais da classe, designadamente dos 9 anos, 4 meses e 2 dias!
Importa lembrar que 93,8% dos 53.000 professores auscultados foram de opinião que as greves deviam ser suspensas se o Ministérios voltasse às negociações. Não respeitar esta posição é que seria trair os professores!

A LUTA DOS PROFESSORES PROSSEGUIRÁ FORTE EM SETEMBRO
Os professores e educadores desenvolvem uma forte luta em defesa da valorização das suas carreiras profissionais, de um regime específico de aposentação, de condições de trabalho, incluindo horários, que permitam atenuar o elevado desgaste físico, psicológico e psíquico que os afeta, e por um regime justo de concursos, que também seja fator de combate à elevada precariedade que se mantém no setor.
De entre estes objetivos reivindicativos, tem sobressaído a exigência de recuperação, para efeitos de carreira, de todo o tempo de serviço prestado durante o período de congelamento, totalizando 9 anos, 4 meses e 2 dias. É uma exigência que se funda em razões de justiça e equidade relativamente a outros trabalhadores, mas, igualmente, no compromisso assumido em novembro de 2017 por governo e organizações sindicais, na Lei do Orçamento do Estado para 2018 e na Resolução n.º 1/2018 da Assembleia da República.
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À saída da reunião com o governo, dia 11 de julho, as organizações sindicais de professores afirmaram que as negociações só tinham sido retomadas por força da luta dos professores.
É importante o papel que professores e educadores tiveram, têm e continuarão, seguramente, a ter neste processo reivindicativo, pelo que a luta não terminou e a procura de uma solução para sair deste impasse deve basear-se em processos negociais transparentes e sujeitos ao sufrágio dos professores. 

Leia a Nota à Comunicação Social das organizações sindicais

Consulta a realizar deverá, ainda, confirmar que professores acompanham os seus sindicatos na exigência da recuperação de todo o tempo de serviço (9A 4M 2D)
 
Segunda-feira, 2 de julho, pelas 11 horas, uma delegação constituída por dirigentes dos sindicatos de professores dirigir-se-á ao Ministério da Educação para entregar uma Carta Aberta ao Ministro a exigir que sejam retomadas as negociações e que o governante passe das palavras aos atos, convocando novo processo negocial. 
 
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Declaração para Ata de Reunião realizada por imposição dos serviços mínimos

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA 28 DE JUNHO (QUINTA) – 16 HORAS Lisboa
As organizações sindicais de docentes reuniram durante toda a tarde e noite de dia 27, quarta-feira, as respetivas direções. Na manhã de dia 28 (quinta-feira) voltarão a reunir-se e, pelas 16:00 horas, em Conferência de Imprensa a realizar em Lisboa, divulgarão as conclusões das reuniões que se realizaram.

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Para melhor, muda-se sempre!
De modo a oferecer aos seus associados a melhor qualidade no atendimento, a ASPL continua a investir na melhoria da qualidade das suas instalações. Assim, é com imenso gosto que comunicamos que o nosso sindicato de sempre está agora no Centro Comercial Oita.
Esperamos por si.
Horário – 09:00-13:00 14:00-18:00 
Rua Lourenço Peixinho, nº 146 – Centro Comercial Oita, sala F – 4º andar 3800-159 AVEIRO
Tel.: 234383992 Telm: 912579893

Face ao pedido de negociação suplementar apresentado pela ASPL, o Ministério da Educação convocou a nossa organização sindical para uma reunião a realizar-se no dia 2 de julho, às 15h00, sobre o Despacho normativo relativo à organização do ano letivo - 2018/2019.