Encontra-se disponível para consulta, no portal da DGAE,  um conjunto de Perguntas Frequentes:

DL n.º 36/2019, de 15 de março e DL n.º 65/2019, de 20 de maio.

Os professores e educadores estão indignados, desde logo, porque o governo que está prestes a cessar o mandato não deu resposta aos principais problemas que condicionam a sua vida profissional e degradam as suas condições de trabalho. O governo impôs o roubo de mais de 6,5 anos de serviço cumprido, não tomou qualquer medida que combata o desgaste e reverta o envelhecimento da profissão docente, promoveu e pactuou com abusos e ilegalidades nos horários de trabalho e não foi decidido e consequente no combate à precariedade que afeta milhares de professores e educadores.

Leia Comunicado das organizações sindicais

CARTAZ COMÍCIOS | FLYER

Caros associados da ASPL,
Na sequência da informação que vos demos no passado dia 15 de fevereiro, relativamente ao apoio que a ASPL está a prestar aos seus associados que se sentem injustiçados pelas ultrapassagens na carreira por parte dos colegas que ingressaram nos quadros após 2011,venho informar-vos que a Direção da ASPL deliberou avançar para tribunal, através do seu gabinete jurídico, com uma Ação colectiva em representação dos seus associados que entendam seguir essa via.
Caso pretenda que o seu nome e a sua situação profissional, na carreira,  faça parte desta ação judicial coletiva, pedimos-lhe o favor de nos enviar a informação e os documentos referidos no documento de autorização, que junto anexamos.
 
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[aplicação registo de sócios da ASPL que pretendam integrar ação coletiva]

A Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República recebeu hoje (02/04) os promotores da maior petição alguma vez subscrita só por professores e educadores (mais de 60 000), que foi, também, a quinta com maior número de subscritores da atual legislatura. 
 
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A ASPL e demais sindicatos da plataforma foram convocados para uma audição na Comissão Parlamentar de Educação e Ciência sobre a Petição n.º 607/XIII/4.ª – “Solicitam a adoção de medidas com vista à negociação do modo e prazo para a recuperação de todo o tempo de serviço cumprido”, a decorrer no dia 02 de abril de 2019, às 16h00, na Assembleia da República no Palácio de S. Bento.

Na sequência da publicação do Decreto-Lei N.º 36/2019, de 15 de março, que afronta, rouba e desrespeita os professores e os educadores portugueses, prevendo apenas a contabilização de 2 anos, 9 meses e 18 dias do tempo de serviço congelado, está agendada para o próximo dia 16 de abril, na Assembleia da República, a apreciação deste diploma, a pedido dos grupos parlamentares do PSD, PCP e BE.

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