Os Professores e Educadores reunidos em Plenário Nacional em Lisboa, no dia 2 de novembro de 2018, consideram que o Orçamento destinado à Educação para 2019 é negativo, pois ignora os problemas das escolas e não dá resposta a nenhuma das justas reivindicações dos professores, quer em relação às suas condições de trabalho, quer aos aspetos de natureza socioprofissional.

 
 
Moção aprovada pelos professores por unanimidade e aclamação

Professores exigem a regularização dos horários de trabalho e a recuperação dos 9 anos, 4 meses e 2 dias que cumpriram


Leia Comunicado das organizações sindicais de professores e educadores
 
 
Pré-Avisos de greve - de 19 a 23 de novembro de 2018

É inaceitável que o mesmo governo que rouba mais de 6,5 anos de serviço aos professores, obrigue, em cada ano, a desenvolver atividade que corresponde não a 12, mas a 15 meses.
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Depois de uma reunião em que não apresentou qualquer proposta para negociar o prazo e o modo de recuperar os anos do congelamento, governo decidiu, unilateralmente, apagar mais de 6,5 anos de tempo que os professores trabalharam
 
Foi uma comédia de mau gosto a reunião que hoje (7 de setembro) decorreu no Ministério da Educação e que servia, essencialmente, para prosseguir a negociação da recuperação do tempo de serviço cumprido pelos professores nos períodos de congelamento (9 anos, 4 meses e 2 dias).

Leia na íntegra o Comunicado das Organizações Sindicais de Professores e Educadores

A ASPL e demais organizações sindicais, subscritoras da Declaração de Compromisso assinada a 18 de novembro passado, foram convocadas pelo Ministério da Educação (ME) para uma nova ronda negocial sobre a recomposição da carreira, a realizar-se amanhã, dia 7 de setembro, às 15h00.  De assinalar que esta reabertura das negociações sobre a recomposição da carreira muito se deve à luta dos professores e educadores, que aderiram massivamente à greve às avaliações e marcaram presença nas concentrações regionais de 13 de julho.
 

As organizações sindicais de professores – ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU – reuniram hoje, 31 de agosto, em Lisboa.
Nesta reunião, houve convergência na análise político-sindical realizada, designadamente em relação ao (in)cumprimento, pelo governo, de compromissos que assumiu com os professores (recuperação do tempo de serviço congelado ou não concretização, até agora, do processo de reposicionamento são disso exemplo) e à abertura do ano letivo, que está muito longe do quadro de normalidade que o Ministro da Educação e o Primeiro-Ministro pretendem fazer passar, como se confirmará após o retomar da atividade plena nas escolas.

Leia na íntegra a Nota à Comunicação Social de 31/08/2018

Esta portaria Procede à regulamentação das ofertas educativas do ensino básico previstas no n.º 2 do artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho
Dúvida houvesse, ficou lamentavelmente esclarecido que o trabalho dos docentes nas avaliações dos seus alunos mais não consiste que um ato administrativo.

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Encontra-se disponível a aplicação para a Meia jornada.
 
Consulte Nota Informativa.